terça-feira, 31 de julho de 2018

Como tratar as vítimas de violência sexual?


Vítimas de violência sexual precisarão usar medicações para prevenir doenças e gravidez, e necessitarão acompanhamento psicológico e, talvez, psiquiátrico.

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O tratamento da violência sexual, ou estupro, é semelhante entre homens e mulheres. As vítimas de violência sexual podem procurar a delegacia, se tiverem interesse em mover um processo contra o agressor. Caso a vítima procure a delegacia, ela será levada até um serviço de peritos para realizar o exame de corpo de delito. No exame de corpo de delito a vítima conta sua história e é realizado um exame físico para registrar ferimentos. A vítima de violência sexual deve procurar atendimento em um serviço médico, como um pronto atendimento. No serviço médico, serão oferecidos medicamentos para prevenir doenças sexualmente transmissíveis, como o HIV. Para as mulheres, também será oferecida a “pílula do dia seguinte”, para prevenir a gravidez. Caso seja necessário, a equipe médica pode oferecer calmantes para a vítima. Não é necessário ter ido na delegacia para ter acesso ao tratamento. Após ir ao pronto atendimento, a vítima precisará de acompanhamentos psicológico. Pode ser necessário acompanhamento com psiquiatra, se for recomendado pelo psicólogo ou se a vítima quiser. A vítima pode desenvolver medos que antes não tinha, doenças do sono, depressão, e nos casos mais graves, chegar ao suicídio. Por isso, o apoio psicológico e o apoio da família são parte insubstituível no tratamento.

Referências: Access Medicine [Internet]. Quick Medical Diagnosis & Treatment: Sexual Violence . New York, NY, 2017. Disponível  em: http://psbe.ufrn.br/. Acesso em: 23 jun. 2018.

Access Medicine [Internet]. Moreno-Walton L. Female and male sexual assault. In: Tintinalli, J.E., et al. Tintinalli’s emergency medicine: a comprehensive study guide. 8ed. New York: McGraw-Hill; 2016. Disponível  em: http://psbe.ufrn.br/. Acesso em: 23 jun. 2018.

Autor do resumo: Gabriella Neves Cury
Revisores do resumo: Profa. Dra. Maria Cristiane Barbosa Galvão

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