terça-feira, 22 de novembro de 2016

Que reações podem ocorrer após a criança receber uma vacina?


As reações mais comuns após a vacinação são febre baixa; dor no corpo; e dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação.

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Vacinação é uma das melhores maneiras para proteger bebês, crianças e adolescentes de doenças potencialmente graves. As vacinas reduzem o risco do paciente adquirir essas infecções estimulando com as defesas naturais do corpo. As vacinas contém partes ou pedaços dos micro-organismos causadores das doenças, ou mesmo micro-organismos vivos, porém atenuados (enfraquecidos). Assim, elas agem como uma “imitação” da infecção, mas sem causar a doença. O organismo desenvolve a mesma resposta que aconteceria com as infecções reais, e assim, o corpo aprende a lutar contra a doença, caso ela venha acontecer no futuro. Às vezes, após a administração da vacina, o corpo pode desenvolver algumas reações. Na maioria dos casos, as reações são leves, desaparecem em poucos dias e podem ser consideradas normais, pois demonstram que a imunidade está sendo construída. Em geral, as reações mais comuns em criança após receber uma vacina são: febre baixa; dor no corpo; e dor, vermelhidão e inchaço no local de aplicação da vacina. Reações graves após a vacinação são raras, mas podem acontecer, principalmente em crianças que estão com a imunidade baixa ou que tenham alergia a algum componente da vacina. É adequado ter atenção extra por alguns dias após a vacinação, observando reações alérgicas; febre alta (acima de 38 oC); dor de cabeça; convulsão; dificuldade para respirar; alteração nos batimentos cardíacos; desmaios; coceira; diarreia; vômitos; mudanças neurológicas (na fala, na linguagem, na coordenação motora, etc); agitação, sonolência, irritabilidade ou choro excessivos; sangramentos de gengiva, nariz, nas fezes ou na urina; manchas roxas ou avermelhadas na pele; pequenos caroços ou lesões arredondadas na pele, com presença ou não de secreção purulenta; dor nos olhos; visão embaçada; paralisia no rosto ou de músculos das pernas. Caso seja observado qualquer um desses sintomas graves ou caso os sintomas leves não diminuam, retorne ao médico para uma avaliação.

Referências: Dynamed [Internet]. Immunizations in children and adolescents. Informação atualizada em 21 de julho de 2016. Disponível em: http://psbe.ufrn.br/. Acesso em: 03 nov. 2016.

Brasil. Ministério da saúde. Manual de vigilância epidemiológica de eventos adversos pós-vacinação. 3.ed. Brasília: MS, 2014. Disponível em:  http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/File/-01VACINA/manual_Eventos_adversos.pdf. Acesso em: 03 nov. 2016.

Autor do resumo: Iara Cristina da Silva Pedro
Revisor do resumo: Prof. Dr. Fabio Carmona, Profa. Dra. Maria Cristiane Barbosa Galvão

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