quarta-feira, 25 de maio de 2016

Qual é o tratamento para esofagite eosinofílica?



Para se tratar a esofagite eosinofílica deve-se evitar as substâncias e alimentos que causam alergia. Além disso, alguns medicamentos podem controlar a inflamação.

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O tratamento da esofagite eosinofílica é feito com a remoção das substâncias e alimentos que causam alergia, e com o uso de medicamentos para controlar a inflamação. É necessário fazer testes para identificar quais substâncias ou alimentos estão causando a alergia, e evitá-los completamente. Os pacientes com esofagite eosinofílica podem melhorar com uma mudança em sua dieta para reduzir a sua exposição a alimentos que causam alergia. Em casos graves, pode ser necessário o uso de uma dieta especial, prescrita pelo médico ou nutricionista. Além da avaliação por um pediátrica especialista em alergias, a consulta com um nutricionista é útil para ter certeza de que o paciente recebe a quantidade adequada de calorias, vitaminas e micronutrientes em sua dieta. Durante o tratamento, é importante monitorar o crescimento do paciente, porque a doença e seu tratamento podem retardá-lo. Medicamentos podem ser usados, sob prescrição do médico: anti-inflamatórios (corticosteroides), antiácidos, e antialérgicos. Exames de endoscopia podem ser realizados para confirmar que a inflamação melhorou com o tratamento, mas alguns médicos podem optar por seguir os pacientes exclusivamente com base em sua melhora dos sintomas. O estreitamento do esôfago, devido à cicatrização, pode ocorrer em alguns pacientes com esofagite eosinofílica, e isto é chamado de estenose de esôfago. Pacientes com estenose precisam ser tratados com dilatação do esôfago, feita por endoscopia, ou até mesmo com cirurgia.

Referência: Dynamed[Internet]. Eosinophilic esophagitis in children. Atualizada em outubro de 2015. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/periodicos. Acesso em: 20 de maio de 2016.

Autor do resumo: Claudio Vinicius de Assis Rondado
Revisor do resumo: Prof. Dr. Fabio Carmona, Profa. Dra. Maria Cristiane Barbosa Galvão

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